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020 _a978-85-7139-854-2
_cVolumen 1. Editorial UNESP
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_cVolumen 1. Editorial NEAD
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_cVolumen 2. Editorial UNESP
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_cVolumn 2. editorial NEAD
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090 _aIICA E50-983 Vol. 1/ Vol. 2
100 _962066
_aPessanha Neves, Delma
_4organizadora
245 _aProcessos de constituição e reprodução do campesinato no Brasil
246 _aVolumen 1. Formas tuteladas de condição camponesa
246 _aVolumen 2. Formas dirigidas de constituição do campesinato
260 _aSão Paulo, Brasil
_bUNESP
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_c2008
270 _aSan José, C.R.
300 _av. 1: 273 páginas / v. 2: 329 páginas
_bpdf
490 _aColeção História Social do Campesinato no Brasil
500 _aDisponibles los volúmenes 1 y 2 Volumen 1. Formas tuteladas de condição camponesa Volumen 2. Formas dirigidas de constituição do campesinato
520 _aVol. 1: Esta coletânea enfatiza a importância do trabalho familiar, destacando seus princípios de organização e valores. Os textos contribuem para o reconhecimento e a caracterização de formas de imobilização da força de trabalho que, na vigência da estratégia de dominação instituída na plantation ou no sistema de fazendas agroextrativistas e exportadoras, levam à reprodução de tuteladas condições camponesas de existência. A obra estuda como o campesinato é constituído pela incessante busca de correspondência entre duas forças: o desejo familiar, calcado no imaginário coletivo que celebra o porvir de sociedades ou modos de vida mais justos, e o éthos do trabalhador, que legitima o intenso esforço despendido, mesmo que, muitas vezes, transfira para o céu a recompensa que nem sempre na terra foi reconhecida e respeitada.
520 _a Vol. 2: Em complementaridade às reflexões quanto aos processos de constituição e reprodução do campesinato no Brasil, apresentadas no volume I e incidentes sobre formas tuteladas, neste volume II analisamos formas dirigidas de constituição de segmentos camponeses, isto é, correspondentes a processos de criação de condições para a ocupação populacional do território brasileiro, para a expansão de fronteiras produtivas e para objetivações da presença institucional do Estado. Reafirmamos, assim, a diversidade de situações sociais e históricas em que se expressa a organização produtiva de famílias sob o reconhecimento de formas camponesas, analisando casos de imigração de europeus e de concorrência e reconhecimento social de trabalhadores nacionais, abarcando, para este último caso, não só as colônias constituídas no bojo da Marcha para o Oeste, como também o conseqüente padrão de formação do patrimônio residencial e produtivo pela posse de lotes em terras devolutas ou, conforme representação dos posseiros, “sem dono”.
650 0 _pclasse camponesa
_aAGRICULTURA
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_aMoraes e Silva, Maria Aparecida de
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_aIICA, Brasília, D.F. (Brasil)
710 _aMinisterio do Desenvolvimento Agrario (MDA)
_cBrasilia, Brasil
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